PARA QUE NÃO FIQUE SEM TÍTULO, CHAMO ESSE TEXTO DE INDECIFRÁVEL

Desde criança sou curiosa e silenciosa… Se algum amigo ler provavelmente dirá: Você silenciosa? (risos) Em alguns momentos deixo transparecer parte do turbilhão que há em mim. Mas gosto de ouvir, me sinto bem em simplesmente escutar. Em determinados momentos me sinto intrigada comigo mesma e até suspiro baixinho: que não pensem que sou um bicho do mato… eu apenas quero ouvir. Não sei que maluquice é essa de pensar que tudo que há no mundo é passível de decifração. Eu gosto de ver gestos, reparar nas expressões, prestar atenção na tonalidade da voz com os ouvidos e em como a voz se relaciona com os gestos…

O estranho é  quando estou sozinha e o meu silêncio me perturba, eu brigo comigo mesma, quero me decifrar, quero me ouvir, mas não digo absolutamente nada e assim…nunca sei quem sou ou o que se passa comigo.

Fala comigo? É o que grito a mim mesma… Meu silêncio me perturba, estranho… me sinto ávida e capaz de decifrar qualquer pessoa neste mundo, mesmo que eu não consiga, mas quando estou comigo, meu peito aperta e não consigo me entender, não falo uma só palavra e não consigo me decifrar.

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