Como me sinto

Fraca… Sim, assim me sinto em diversos momentos… E me diga: Quem não se sente assim ao menos em algum momento da vida?

Sabe… Às vezes olho pela janela e vejo… nada… nada… nada…

Olho o espelho e vejo alguém… Alguém repleta de fraquezas, mas muito, muito pretensiosa.

Há algumas coisas na vida que não procuramos, e que nos encontra, fui “encontrada” por um francês, desses caras audaciosos e inquietos e que me trouxe uma importante reflexão, trata-se de Michel Foucault e de sua ‘História da Sexualidade I: Vontade de Saber’.

Esse ‘empoderamento’ que vem da sexualidade. Dessa descoberta sobre si e sobre o outro. Dessa sexualidade que está além, muito além do mero ato sexual. Esse poder, esse perseguido poder que habita além dos sete pecados e além de toda a estirpe que há no dinheiro.

É um poder que vem do ato do questionamento, um poder que vem da descoberta e do que se deseja fazer com ela.

Um poder que não pode simplesmente se impor sobre outro poder… É a estratégia árdua… É o jogo sem fim… É a luta em que vence aquele que briga mais pelo próprio ‘empoderamento’.

E qual é o caminho? Não se sabe… E qual é a estrutura? Talvez não exista… E se existir, o que lhe foge do ‘poder’ também é um caminho.

Entender é um tanto complexo… entender aquilo que precisou de tantas reflexões para ser ‘previamente’ explicado também.

Uma das minhas diversões na infância era pesquisar palavras no dicionário e usar o dicionário como espécie de “guru”, eu mentalizava algo e abria aquela ‘bula’ de palavras na esperança de que as palavras fossem me revelar algo novo.

Certo dia me deparei com a palavra “felling”, ora, ora… Sentir, intuição… Felling…

Este texto está lhe fazendo algum sentido? E o que faz sentido nessa vida? Me responda, se puder…

Demorou, mas conheci Nina Simone e sua canção “Felling Good”. E essa música clássica do Jazz me fez entender algumas coisas… em partes, é claro, senão não seria Daiana Barasa (risos).

Apesar de toda a fraqueza que há em mim, há algo solto, livre e corrente. Em diversos momentos da minha vida já vi o pó se materializar em algo inesperado… E não sei, talvez esse “empoderamento” seja então a explicação dos pés fincados na terra.

Sou um ser que luta incessantemente contra a insanidade… Sim, contra a loucura real. É preciso sempre muito esforço para não encarar um Rivotril, é preciso sempre muito esforço para não espumar por aí (gargalhadas).

Há sempre um novo amanhecer, um novo dia e uma nova vida. Sempre há uma nova chance. E sempre é possível lutar para manter o poder, o poder mental, no meu caso.

Eu sei que continua sem fazer sentido. Mas faça como eu, reflita, e não sei como é contigo, mas nem tudo consigo explicar, só sentindo, voando e caminhando.

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