Alguns seres humanos

Cada ser humano é único

Cada ser humano é como algumas daquelas equações matemáticas um tanto complexas demais que não podem ser resolvidas em um único dia. Não existem respostas, apenas probabilidades. Nada é exato, exceto o brilho da essência, mas essa é uma resposta que apenas o próprio ser humano pode se dar enquanto existe.

Somos uma junção de matéria, alma e sentimentos, somos pessoas e cada uma com a sua particularidade, com o seu porquê, com as suas forças e limitações, com as suas dores e delícias. Seres humanos não podem ser substituídos, porque o que cada ser humano faz é bem mais do que suas habilidades e dons emprestados em sua jornada na Terra. A vida e esse exercício de SER pode ser feito de apenas uma maneira, única e perfeitamente executável de um jeito único por um único ser humano.

Cada ser humano tem o seu próprio mundo e o mundo paralelo e invisível que o norteia é infindavelmente mais importante do que aquilo que ele pode enxergar e tocar no que conhece como ‘mundo real’. É no escuro que podemos sentir aquilo que somos, apenas quando nos livramos do temor que não ter certeza traz é que se pode enfim encontrar o sentido, aquilo que traz força, para continuar, seguir, persistir contra todas as péssimas probabilidades.

É só quando não se teme mais a morte ou o que pode fragilizar totalmente a alma, que o sabor de ser quem é pode ser experimentado, apenas pela SUA existência.

Alguns seres humanos são muito cheios de loucuras e desajustes e são muito desejados em classificações, a maioria matemática. Alguns seres humanos são muito loucos em crer contra as tantas impossibilidades, mas ainda assim, têm sido protegidos apenas porque exercitam com maestria e ‘imperfeição’ o que são.

Alguns seres humanos são muito tendenciosos a lágrimas, dores, melancolia, mas ainda assim, têm sido consolados pela benevolência da verdade. Porque não importa muito se o mundo conhece aquele humano, se sabe de fato sobre o que ele carrega em si… É crucial para este ser humano ser ele mesmo, batalhar por si mesmo, ainda que sozinho.

Alguns seres humanos são muito inquietos e o que o mundo espera deles é nada, mas eles darão a si enquanto existirem e não porque querem oferecer algo, mas porque estão no mundo porque precisam se deixar aqui, de alguma maneira, por si, sem necessidade alguma de que o vejam, por que não podem viver sem exercer a própria verdade.

 

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