Plantio e colheita

 

colheita justa

Desci à Terra para proclamar a esperança mesmo em meio a infinitas contrariedades. Pode parecer pretensioso, mas não é, é o que sinto em minh’alma e é isso que tenho plantado há um tempo, que sequer consigo mensurar.

Nós podemos plantar uma infinidade de sementes, gerar bons ou maus frutos, tudo é uma questão de escolha e escolha que muitas vezes demanda renúncias. O mal habita na alma e luta contra a evolução humana e resisti-lo é essencial para que na colheita tenhamos os frutos dignos de honra.

Como sou imperfeita! Como falho! Falharei ainda muitas vezes mais, mas muitas… Mas falhar também consiste em parar quando o processo do plantio não está caminhando para uma colheita especial.

Cada um dá aquilo que tem. Escolhi dar esperança, escolhi responder com compassividade ao que me lança ódio e desamor. Ao que lança sementes do mal, temos que mostrar as nossas flores e frutos.

A cada ano que se inicia, novas resoluções e promessas, que sejam promessas a si e não a outrem. Que o compromisso em cumpri-las parta de si e não de outrem. O plantio depende de nós. A colheita será justa, e como será!!!

A terra não tem dono e pode plantar em qualquer lugar. Há quem planta o bem, oxalá pelos bons frutos! A quem planta o mal, a sequidão é a sentença, mas ainda será possível rever como se tem plantado e mudar no que também entendo como a agricultura da justiça.

Que tudo se cumpra – esse é o anseio do tempo.

 

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